Teste Rápido Quantitativo de FIT da ArgosLab (Pesquisa Imunológica de Sangue Oculto nas Fezes) nas novas diretrizes do rastreamento do Câncer Colorretal

As Diretrizes Brasileiras do Rastreamento do câncer de cólon e reto consolidam o Teste Imunoquímico Fecal (FIT) como método preferencial para a pesquisa de sangue oculto nas fezes em adultos assintomáticos, de ambos os sexos, com risco padrão. No fluxo recomendado, o exame é realizado de forma bienal e, em caso de resultado positivo, há indicação de encaminhamento para colonoscopia para confirmação diagnóstica e manejo adequado.
Na rotina dos serviços, isso exige um teste que seja simples para o paciente, com padronização operacional e resultado que apoie decisões de forma consistente.
O FIT utiliza anticorpos anti globina e, por isso, não requer restrições alimentares e tem maior especificidade para sangramento do trato gastrointestinal inferior, característica relevante quando o objetivo é rastrear alterações no cólon e reto.
Por que o formato quantitativo é importante no rastreamento
As diretrizes destacam que o FIT quantitativo permite quantificar a hemoglobina fecal e trabalhar com nível de corte, o que contribui para organizar o rastreamento conforme a capacidade local de investigação posterior, especialmente a disponibilidade de colonoscopia. Esse modelo favorece a reprodutibilidade do processo e reduz variações associadas à interpretação exclusivamente visual.
Além disso, o documento recomenda o ponto de corte de 50 ng/mL para o rastreamento em população de risco padrão, como referência para a estratégia nacional.
Como o teste rápido quantitativo de FIT da ArgosLab se encaixa no protocolo
O teste rápido quantitativo de FIT da ArgosLab foi desenvolvido para aplicação direta no serviço, com foco em padronização e viabilidade operacional. Ele se baseia em anticorpos contra hemoglobina humana fecal e tem proposta de uso alinhada ao princípio técnico descrito nas diretrizes para o FIT.
Logística e rotina do serviço
Na prática, o desempenho do rastreamento depende muito do fluxo pré-analítico e da adesão. Por isso, aspectos operacionais ajudam a sustentar a execução do programa, como:
· dispositivo de coleta incluso no kit
· apresentação com 20 testes
· armazenamento e transporte em temperatura ambiente
Leitura instrumentada e rastreabilidade
Quando o serviço adota leitura instrumentada, a ArgosLab disponibiliza plataforma com recursos voltados à rotina, como calibração única, leitura em poucos segundos, conectividade e armazenamento de resultados, favorecendo rastreabilidade e integração do fluxo.
Conduta após o resultado e segurança do fluxo
No rastreamento, o FIT atua como teste de triagem. As diretrizes reforçam que resultado positivo deve ser seguido por colonoscopia, tanto para confirmação quanto para direcionamento do cuidado. Esse ponto é essencial para manter o rastreamento tecnicamente correto e evitar interpretações inadequadas do exame isolado.
No fim, um rastreamento bem implementado combina adesão do paciente, padronização da leitura e fluxo claro para resultados positivos. É nesse cenário que o FIT quantitativo se torna particularmente útil e em que o teste da ArgosLab se posiciona como opção compatível com as exigências atuais do protocolo.










