51º CBAC - Congresso Brasileiro de Análises Clínicas
29 de junho de 2026
Começou!
Venha nos visitar no 51º CBAC - Congresso Brasileiro de Análises Clínicas no RioCentro - Rio de Janeiro - RJ nos dias 29 de Junho a 01 de Julho de 2026 e conheça as novidades!




A ampliação do acesso ao diagnóstico laboratorial passa não apenas pelo desenvolvimento de novos ensaios e equipamentos, mas também pela reorganização da etapa pré-analítica. Entre as tendências abordadas no ADLM 2026, destaca-se o avanço de modelos de coleta mais próximos do paciente, associados à simplificação do acondicionamento, do transporte e da preparação das amostras. Nesse contexto, a descentralização da coleta pode contribuir para reduzir barreiras relacionadas ao deslocamento do paciente, ao volume de amostra e à complexidade logística. Entretanto, essa mudança não reduz a importância dos critérios técnicos. A qualidade do resultado continua diretamente relacionada à padronização da coleta, à estabilidade da amostra, ao transporte adequado e à validação do processo pelo laboratório. O diagnóstico laboratorial pode começar fora do laboratório Em modelos convencionais, grande parte da jornada diagnóstica está concentrada na estrutura física do laboratório ou do posto de coleta. A evolução dos sistemas de coleta permite que determinadas etapas sejam realizadas de maneira descentralizada, desde que existam critérios definidos para cada tipo de amostra e aplicação. Essa abordagem pode ser particularmente relevante em situações nas quais o deslocamento representa uma barreira, como no atendimento de pacientes em regiões afastadas, em programas de monitoramento periódico ou em estratégias de coleta domiciliar. A descentralização pode envolver: · coleta mais simples e com menor volume de amostra; · coleta domiciliar ou autocoleta orientada, quando aplicável; · redução do volume e do material transportado; · simplificação do acondicionamento e da logística; · menor dependência de refrigeração quando a estabilidade do analito e o sistema de coleta permitirem; · integração mais direta entre paciente, profissional de saúde e laboratório. Essas possibilidades devem ser avaliadas de acordo com o método analítico, a estabilidade do analito, as características da matriz biológica e os requisitos estabelecidos para processamento e transporte. Descentralizar a coleta não significa descentralizar a responsabilidade técnica A possibilidade de coletar uma amostra fora da estrutura convencional do laboratório não modifica os princípios que sustentam a qualidade analítica. O laboratório permanece responsável pelos processos relacionados à validação dos métodos, controle de qualidade, processamento das amostras e liberação dos resultados . A mudança ocorre principalmente no ponto de entrada da amostra na jornada laboratorial. Por isso, qualquer estratégia de coleta descentralizada precisa considerar de forma estruturada fatores como identificação, quantidade coletada, acondicionamento, estabilidade, tempo de transporte e rastreabilidade. A proposta não é reduzir critérios para facilitar o acesso, mas utilizar tecnologias que permitam remover determinadas barreiras operacionais mantendo o controle técnico do processo . Sistemas de coleta e a redução de barreiras pré-analíticas A etapa pré-analítica compreende diferentes processos anteriores à medição propriamente dita. Coleta, identificação, acondicionamento, transporte e preparação da amostra fazem parte dessa sequência e podem interferir diretamente na qualidade do material que chega à análise. Sistemas desenvolvidos especificamente para simplificar essas etapas podem contribuir para aumentar a padronização e facilitar modelos de atendimento descentralizados.

A lipoproteína(a), ou Lp(a), é um fator de risco cardiovascular predominantemente determinado pela genética. Concentrações elevadas estão associadas ao maior risco de doença cardiovascular aterosclerótica e estenose valvar aórtica. Por isso, recomendações recentes passaram a valorizar não apenas a solicitação do exame, mas também a metodologia empregada e a unidade utilizada no laudo . Nesse contexto, o chamado consenso sobre a dosagem da Lp(a) em molaridade corresponde, mais precisamente, a uma convergência entre diretrizes e documentos técnicos: os laboratórios devem priorizar ensaios pouco sensíveis às diferentes isoformas da apolipoproteína(a), calibrados em concentração molar e rastreáveis a materiais oficiais de referência. Por que a medição da Lp(a) é analiticamente complexa? A partícula de Lp(a) é formada por uma estrutura semelhante à LDL, contendo apolipoproteína B-100, ligada à apolipoproteína(a), ou apo(a). Uma característica importante da apo(a) é a variação no número de repetições do domínio Kringle IV tipo 2, conhecido como KIV-2. Essa variação genética produz isoformas de diferentes tamanhos. Consequentemente, as partículas de Lp(a) não apresentam massa molecular uniforme entre os indivíduos. Essa heterogeneidade afeta a medição, principalmente quando o método reconhece regiões repetidas da apo(a). Em ensaios excessivamente dependentes dessas regiões, partículas com isoformas maiores podem produzir uma resposta analítica diferente daquela observada em partículas com isoformas menores. Assim, o resultado pode sofrer influência do tamanho da apo(a), e não apenas da quantidade de partículas circulantes. O problema não está somente na unidade utilizada. Ele envolve também o desenho dos anticorpos, a calibração e a rastreabilidade do sistema analítico. mg/dL e nmol/L não representam a mesma informação A Lp(a) pode ser reportada em mg/dL , unidade de massa, ou em nmol/L , unidade de concentração molar. O resultado em mg/dL representa a massa total de Lp(a) presente em determinado volume. Como as partículas podem apresentar tamanhos diferentes, duas amostras com número semelhante de partículas podem não apresentar necessariamente a mesma concentração em massa. Já o resultado em nmol/L se relaciona à quantidade molar de partículas por volume. Essa abordagem é mais apropriada para reduzir a influência das diferenças de massa entre as isoformas de apo(a). Entretanto, reportar o resultado em nmol/L não garante, isoladamente, que o ensaio seja independente das isoformas . Para que a medição molar seja tecnicamente consistente, o sistema também deve utilizar anticorpos pouco afetados pela variação do KIV-2, calibração adequada e rastreabilidade metrológica. Por que não se deve converter Lp(a) por um fator fixo? Não existe um fator universal para converter com exatidão resultados de mg/dL para nmol/L ou de nmol/L para mg/dL. Uma conversão matemática fixa pressuporia que todas as partículas de Lp(a) apresentam a mesma massa molecular, o que não ocorre devido à heterogeneidade da apo(a). Por esse motivo, valores como 50 mg/dL e 125 nmol/L não devem ser entendidos como resultados obtidos por conversão direta. São pontos de decisão definidos para sistemas que utilizam unidades diferentes. A conversão pode introduzir erros principalmente em resultados próximos aos limites de classificação de risco. No acompanhamento longitudinal, também é recomendável manter, sempre que possível, o mesmo método e a mesma unidade de reporte . O consenso atual sobre a molaridade da Lp(a) A atualização da National Lipid Association, publicada por Koschinsky e colaboradores em 2024, reforça a necessidade de métodos padronizados e de uma interpretação baseada em faixas de concentração molar. O documento também destaca a importância clínica da Lp(a) como fator intensificador do risco cardiovascular. Na mesma direção, a diretriz ACC/AHA de 2026 recomenda que os laboratórios clínicos utilizem ensaios de Lp(a) pouco sensíveis às isoformas de apo(a) e rastreáveis a materiais oficiais de referência. Portanto, a recomendação não se limita à troca da unidade de massa pela unidade molar. Ela envolve um conjunto de requisitos analíticos. Essa convergência pode ser resumida em três pontos: utilização de ensaios com baixa sensibilidade às diferenças entre as isoformas de apo(a); reporte dos resultados em concentração molar, preferencialmente em nmol/L; calibração rastreável a materiais oficiais de referência. A rastreabilidade contribui para reduzir diferenças entre lotes, plataformas e laboratórios. No material técnico do ensaio, a comparação com materiais de referência do CDC apresentou relação linear ao longo da faixa avaliada, reforçando a importância da cadeia de calibração para a padronização dos resultados. Como interpretar os resultados em nmol/L? A relação entre Lp(a) e risco cardiovascular é contínua: concentrações progressivamente maiores estão associadas a maior risco atribuível. Ainda assim, faixas de decisão são úteis para orientar a comunicação laboratorial e a integração do resultado à avaliação clínica. A classificação apresentada pela National Lipid Association considera: abaixo de 75 nmol/L: baixo risco cardiovascular aterosclerótico atribuível à Lp(a); de 75 a menos de 125 nmol/L: risco intermediário atribuível à Lp(a); igual ou acima de 125 nmol/L: alto risco atribuível à Lp(a), com aumento progressivo nas concentrações mais elevadas. Essas categorias não devem ser utilizadas de forma isolada. A Lp(a) atua como um fator intensificador de risco e deve ser interpretada em conjunto com história familiar, doença cardiovascular prévia, concentrações de LDL-colesterol, pressão arterial, diabetes, tabagismo, função renal e outros componentes da avaliação clínica. Um resultado elevado não estabelece, sozinho, diagnóstico de doença cardiovascular. Sua principal contribuição está na identificação de uma exposição genética adicional que pode modificar a estratificação de risco e a intensidade das medidas preventivas definidas pelo profissional responsável. Implicações para o laboratório clínico A incorporação da Lp(a) à avaliação cardiovascular exige atenção à seleção e à validação do método. O laboratório deve avaliar não apenas a unidade apresentada, mas também: sensibilidade do ensaio às isoformas de apo(a); rastreabilidade dos calibradores; precisão próxima aos pontos de decisão; intervalo analítico de medição; limites de detecção e quantificação; tipos de amostra validados; compatibilidade com o analisador bioquímico; disponibilidade de calibradores e controles específicos. O laudo deve identificar claramente a unidade empregada. Quando necessário, pode incluir uma observação de que resultados em mg/dL e nmol/L não são diretamente intercambiáveis e não devem ser convertidos por um fator fixo. Características do ensaio de Lp(a) disponibilizado pela ArgosLab O ensaio de molaridade da Lp(a) disponibilizado pela ArgosLab foi desenvolvido para aplicação em analisadores bioquímicos automatizados , permitindo incorporar a determinação da Lp(a) à rotina de bioquímica clínica. A metodologia é baseada em imunoturbidimetria aprimorada por partículas de látex . A Lp(a) presente na amostra reage com partículas revestidas por anticorpos, formando agregados que aumentam a turbidez da reação. Essa alteração é medida fotometricamente pelo analisador e relacionada à concentração por meio da curva de calibração. Entre as características analíticas apresentadas estão: resultados expressos diretamente em nmol/L ; baixa sensibilidade às diferentes isoformas de apo(a); utilização de soro, plasma K2EDTA, plasma K3EDTA ou plasma com heparina de lítio; faixa de medição de 4,85 a 240 nmol/L ; limite de branco de 0,49 nmol/L; limite de detecção de 1,50 nmol/L; limite de quantificação de 4,85 nmol/L; calibração em seis pontos; reagentes líquidos e prontos para uso; obtenção do resultado em menos de dez minutos, conforme a aplicação no analisador. Na comparação de métodos, foram avaliadas 209 amostras, com coeficiente de correlação de 0,992, inclinação de 1,012 e intercepto de −0,149. A avaliação de precisão apresentou coeficientes de variação total entre aproximadamente 0,69% e 2,09% nos controles e nas amostras analisadas. A apresentação comercial é feita por volume, característica compatível com a utilização em plataformas de bioquímica automatizada: Reagente R1: 1 frasco de 60 mL ; Reagente R2: 1 frasco de 20 mL ; conjunto de calibradores: 5 frascos de 1 mL ; conjunto de controles: 2 frascos de 1 mL . A implementação deve considerar os parâmetros específicos do equipamento, a verificação do desempenho na plataforma utilizada e os procedimentos de calibração e controle da qualidade estabelecidos pelo laboratório. A medição de Lp(a) em nmol/L deve ser compreendida como parte de um sistema analítico completo. Unidade molar, baixa sensibilidade às isoformas e rastreabilidade são características complementares, necessárias para produzir resultados mais comparáveis e alinhados às recomendações atuais. Para consultar a apresentação dos reagentes, os materiais de calibração e controle e os parâmetros de aplicação em analisadores bioquímicos, acesse a documentação técnica disponibilizada pela ArgosLab . A análise prévia da plataforma permite definir os requisitos de implantação e controle da qualidade na rotina laboratorial.

Loma Linda, localizada no sul da Califórnia, nos Estados Unidos, é uma das cinco regiões clássicas reconhecidas mundialmente como Blue Zones — locais que concentram um número expressivo de pessoas centenárias e apresentam expectativa de vida superior à média. Ao contrário do que muitas pessoas imaginam, a longevidade observada em Loma Linda não está relacionada a um único fator, mas à combinação de hábitos de vida mantidos de forma consistente ao longo das décadas. Alimentação, espiritualidade, convivência comunitária, atividade física e prevenção fazem parte da rotina de seus moradores e são amplamente estudadas pela comunidade científica. Durante uma visita da equipe da ArgosLab à cidade, foi possível observar de perto como alguns desses hábitos estão incorporados ao cotidiano local. Entre os fatores associados à longevidade da população, dois pilares se destacam de maneira particularmente evidente.

A ArgosLab realizou uma visita institucional à Loma Linda University , na Califórnia, localizada em uma das cinco regiões clássicas reconhecidas mundialmente como Blue Zones . A iniciativa proporcionou uma aproximação com uma comunidade amplamente associada aos estudos sobre longevidade e envelhecimento saudável, além de favorecer o intercâmbio de experiências nas áreas de saúde, prevenção, nutrição e diagnóstico laboratorial. Durante a passagem pela universidade, a ArgosLab também entregou cinco livros técnicos produzidos no Brasil , reforçando seu compromisso com a educação científica e com a circulação internacional do conhecimento.

O GDF-15 (Growth Differentiation Factor 15) é uma proteína produzida em resposta a diferentes formas de estresse celular e tecidual. Sua concentração pode aumentar em situações relacionadas à inflamação, ao comprometimento da função mitocondrial, às alterações metabólicas e ao envelhecimento. Por refletir mecanismos associados à perda progressiva da capacidade de adaptação do organismo, o GDF-15 tem sido estudado como um biomarcador complementar na avaliação do envelhecimento biológico, da fragilidade e do risco cardiometabólico. A disponibilidade do GDF-15 quantitativo em formato de teste rápido amplia as possibilidades de incorporação desse parâmetro à rotina de laboratórios, hospitais e clínicas que atuam em medicina preventiva, longevidade e acompanhamento individualizado da saúde. O que o GDF-15 indica? O GDF-15 pertence à superfamília do fator de crescimento transformador beta e apresenta baixa expressão em condições fisiológicas estáveis. Sua produção pode ser intensificada quando as células são submetidas a alterações metabólicas, inflamatórias ou mitocondriais. Por esse motivo, sua concentração não representa apenas uma condição específica. O marcador pode refletir a carga global de estresse biológico presente no organismo e deve ser interpretado em conjunto com os dados clínicos, laboratoriais e funcionais de cada paciente. Valores elevados de GDF-15 podem estar associados a diferentes processos, como: inflamação crônica de baixo grau; estresse oxidativo; disfunção mitocondrial; alterações cardiometabólicas; redução da reserva fisiológica; fragilidade e perda de capacidade funcional. A dosagem isolada não estabelece diagnóstico e não identifica, por si só, a origem da alteração. GDF-15 e avaliação do envelhecimento biológico A idade cronológica corresponde ao tempo de vida do indivíduo, mas não descreve integralmente seu estado funcional. Pessoas da mesma idade podem apresentar diferenças importantes na capacidade metabólica, na função cardiovascular, na composição corporal e na resposta a estímulos fisiológicos. Nesse contexto, a idade biológica procura representar o grau de envelhecimento funcional do organismo. O GDF-15 vem sendo investigado como parte dessa avaliação por sua relação com processos celulares que se tornam mais frequentes ou intensos ao longo do envelhecimento. Sua interpretação pode contribuir para a identificação de indivíduos com maior carga de estresse celular, especialmente quando combinada a outros marcadores laboratoriais e avaliações clínicas. O resultado, entretanto, não deve ser utilizado como uma medida isolada ou definitiva da idade biológica. Trata-se de um biomarcador complementar , cuja utilidade depende do contexto em que é solicitado. Possíveis aplicações na prática clínica Avaliação cardiometabólica O aumento do GDF-15 pode acompanhar alterações metabólicas, inflamatórias e cardiovasculares. Sua dosagem pode complementar a estratificação de risco, principalmente em pacientes que já apresentam outros fatores clínicos ou laboratoriais relevantes. O marcador não substitui parâmetros estabelecidos, como perfil lipídico, glicemia, hemoglobina glicada, marcadores inflamatórios ou avaliação cardiovascular convencional. Sarcopenia A fragilidade está relacionada à redução da reserva fisiológica e à menor capacidade de recuperação diante de situações de estresse. O GDF-15 pode auxiliar na composição de avaliações voltadas à capacidade funcional, especialmente quando analisado em conjunto com força muscular, composição corporal, desempenho físico e estado nutricional. Da mesma forma, sua concentração não confirma isoladamente a presença de sarcopenia, condição que exige critérios clínicos e funcionais específicos. Saúde mitocondrial e estresse celular Alterações na função mitocondrial podem estimular a produção de GDF-15. Por essa razão, o biomarcador tem sido estudado como um sinal indireto de resposta celular a desequilíbrios energéticos e oxidativos. Essa aplicação deve ser interpretada com cautela, pois diferentes tecidos e condições clínicas podem influenciar sua concentração. Programas de longevidade e medicina de precisão Em programas de acompanhamento preventivo, o GDF-15 pode ser incorporado a painéis mais amplos de avaliação metabólica, inflamatória e funcional. Medições seriadas também podem contribuir para o acompanhamento da evolução do paciente, desde que sejam realizadas com metodologia padronizada e interpretadas considerando variações clínicas, biológicas e analíticas. GDF-15 em teste rápido quantitativo O teste rápido quantitativo de GDF-15 utiliza tecnologia de imunofluorescência quantitativa para determinar a concentração do biomarcador. Esse formato permite integrar a análise a fluxos laboratoriais que exigem maior agilidade, com etapas operacionais simplificadas e obtenção do resultado em poucos minutos. Entre as características associadas ao teste quantitativo estão: apresentação de resultado numérico; fluxo de trabalho simplificado; rapidez no processamento; aplicação em laboratórios, hospitais e clínicas; possibilidade de utilização em protocolos de avaliação preventiva. As amostras aceitas, o intervalo de medição, os valores de referência e os critérios de controle de qualidade devem seguir as instruções técnicas específicas do fabricante. GDF-15 quantitativo na rotina laboratorial Amplie o portfólio de avaliações voltadas à longevidade, ao risco cardiometabólico e ao envelhecimento biológico com o Teste Rápido Quantitativo de GDF-15 . A metodologia por imunofluorescência reúne resultado quantitativo, operação simplificada e maior agilidade para laboratórios, hospitais e clínicas que buscam acompanhar a evolução da medicina preventiva e personalizada.





