FIT deve ser Quantitativo: Mais Sensibilidade para um Rastreamento mais Eficiente do Câncer Colorretal

O Teste Imunoquímico Fecal (FIT) tornou-se um dos principais exames para o rastreamento do câncer colorretal de acordo com as novas diretrizes do Ministério da Saúde. FIT deve ser realizado por metodologia quantitativa.
Por que o FIT deve ser quantitativo?
A principal vantagem do FIT quantitativo é sua maior sensibilidade. Diferentemente dos métodos qualitativos, que fornecem apenas um resultado reagente ou não reagente, a metodologia quantitativa determina a concentração de hemoglobina humana presente na amostra fecal.
Essa capacidade permite detectar pequenas quantidades de sangue oculto, incluindo resultados borderline, próximos ao limite entre normalidade e positividade, que podem não ser identificados pelos métodos qualitativos.
Mais precisão e padronização para o laboratório
Além da maior sensibilidade, o FIT quantitativo fornece resultados objetivos, reprodutíveis e padronizados, reduzindo a variabilidade inerente à interpretação visual.
A leitura instrumental também favorece a rastreabilidade dos resultados e proporciona maior confiabilidade analítica.
Tecnologia francesa para a nova realidade do rastreamento
Desenvolvido na França, o Easy Reader® FIT Quantitativo reúne tecnologia europeia, precisão analítica e praticidade operacional.
A plataforma realiza a quantificação da hemoglobina fecal por leitura instrumental, oferecendo resultados rápidos, padronizados e de alta confiabilidade. Entre seus diferenciais estão interfaceamento, conectividade Wi-Fi, impressão de resultados, tela touchscreen e armazenamento interno.
Alinhado às diretrizes brasileiras
As diretrizes brasileiras para o rastreamento do câncer colorretal reforçam a utilização do FIT quantitativo especialmente pela maior sensibilidade, objetividade e padronização dos resultados.
Tecnologia francesa. Maior sensibilidade. FIT quantitativo alinhado às diretrizes brasileiras.











